Psicóloga em S. Paulo

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Psicóloga em S. Paulo - Psicóloga Maristela Vallim Botari - CRP/SP 06-121677

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Terapia: Apoio Emocional para compulsão alimentar

Terapia para Compulsão Alimentar: Abordagem e Possibilidades

Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP)

O Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP) é caracterizado por episódios recorrentes de consumo excessivo de alimentos acompanhados de sensação de perda de controle, sem a presença de comportamentos compensatórios, como vômitos ou uso de laxantes. O diagnóstico é realizado por profissionais de saúde mental e leva em consideração a frequência dos episódios, bem como o sofrimento emocional associado. A psicoterapia pode contribuir para a compreensão desses padrões e para a reflexão sobre a relação com a alimentação, o corpo e as emoções, favorecendo um processo de maior consciência sobre os próprios comportamentos e experiências emocionais.

 

 

A ingestão excessiva de alimentos, mesmo na ausência de fome física, pode ser um indicativo de compulsão alimentar. Em muitos casos, a alimentação passa a funcionar como uma forma de lidar com emoções difíceis, como ansiedade, estresse ou frustração. 

Nessas situações, o cérebro tende a buscar recompensas imediatas que proporcionem alívio momentâneo do desconforto emocional. 

A psicoterapia pode ser um espaço de reflexão e compreensão dessas experiências, permitindo investigar fatores emocionais, comportamentais e cognitivos que podem estar relacionados a esse padrão alimentar.

A abordagem da TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental)

 O livro Pense Magro, de Judith Beck, descreve diversas ferramentas cognitivas utilizadas nesse processo, como o registro de pensamentos, a observação de crenças disfuncionais e a prática de respostas cognitivas mais equilibradas diante de situações desafiadoras.

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem utilizada pela psicóloga Maristela Vallim Botari, propõe a análise da relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. Nesse contexto, o trabalho terapêutico pode envolver a identificação de gatilhos emocionais e de padrões de pensamento que contribuem para episódios de alimentação compulsiva. 

Baseando-se em referenciais teóricos como os estudos de Judith Beck, a TCC busca compreender como determinadas interpretações e crenças podem influenciar comportamentos automáticos e estratégias de enfrentamento.

Durante a Psicoterapia, podem ser explorados aspectos como a identificação de gatilhos emocionais relacionados a sentimentos de solidão, estresse ou tristeza, a observação de comportamentos automáticos ligados à alimentação e a construção de novas formas de lidar com situações emocionalmente desafiadoras. 

Também podem ser discutidas estratégias de enfrentamento mais adaptativas, conhecidas como coping, além de técnicas que auxiliam na redução da ansiedade associada à alimentação e ao controle alimentar.


Psicóloga Maristela Vallim Botari

CRP-SP 06-121677

Experiência: Mais de 15 anos atuando em Psicoterapia Clínica.

Local: Atendimento presencial na Av. Paulista e online.

Contato: (11) 95091-1931 | contato@psicologa-sp.com.br


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Psicoterapia Humanizada em SP

 

Psicoterapia Humanizada

O que é Psicoterapia Humanizada?

Esta é uma abordagem centrada na pessoa, que valoriza profundamente sua história e forma de sentir. Mais do que focar apenas em sintomas, o objetivo é compreender o indivíduo como um todo, oferecendo um espaço de escuta acolhedora e sem julgamentos.recendo um contato mais próximo consigo mesmo e com aquilo que faz sentido na sua vida.

Características

Respeito ao tempo do paciente, escuta empática e ausência de julgamentos. O processo é construído em conjunto, com foco na relação terapêutica e no autoconhecimento.

Para quem é indicada?

Para quem deseja se compreender melhor, lidar com emoções ou atravessar momentos difíceis. Também pode ser um caminho de desenvolvimento pessoal.

Fundamentos da Psicoterapia Humanista

Inspirada em Carl Rogers, a psicoterapia humanista propõe que o processo terapêutico se sustenta na qualidade da relação entre terapeuta e paciente, mais do que em técnicas rígidas. É nesse encontro que se cria um espaço seguro para o desenvolvimento emocional.

Congruência

Refere-se à autenticidade do terapeuta na relação. Estar presente de forma verdadeira favorece um encontro mais real, onde o paciente pode se sentir mais à vontade para ser quem é.

Compreensão Empática

É a capacidade de compreender o mundo interno do outro a partir da perspectiva dele, com uma escuta profunda e sem julgamentos.

Consideração Positiva Incondicional

Consiste em aceitar a pessoa como ela é, reconhecendo seu valor independentemente do que ela traz, criando um ambiente de segurança emocional.

“Quando alguém realmente nos escuta sem nos julgar, sem tentar nos moldar, algo dentro de nós começa a se transformar.”
“Ser profundamente compreendido por outra pessoa é uma das experiências mais libertadoras que podemos ter.”

— Carl Rogers